Funchal Jazz ‘09

Julho 3, 2009 - 6:22 pm No Comments

 
(Foto: LMR)

Ontem foi o primeiro dia do Funchal Jazz, deste vez organizado no Parque de Santa Catarina. A escolha foi feliz, pois as luzes da baía por detrás, misturando-se com as luzes do palco, dão uma aura quase mágica. Também feliz foi a escolha para a abertura. A madeirense Vânia Fernandes, acompanhada por belíssimos músicos, Júlio Resende (piano), Rafael Andrade (trompete), Ricardo Dias (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria), animaram a noite, já de si muito agradável. Já o quarteto francês não me deixou grandes saudades.

Continua hoje.

Manuel “Le Chiffre” Pinho

Julho 3, 2009 - 10:54 am 1 Comment

 
(Foto: Nuno Ferreira Santos)

O Ministro da Economia, Manuel Pinho, andou a ver muitos debates na ALRAM. Ontem provou-o. Resultado, foi despedido.

O que só pecou por tardio. Manuel Pinho é o ministro das gaffes. Em 2006, com pompa e circunstância, anunciava “o fim da crise” em Portugal, dizendo que se vivia um “ponto de viragem” na economia, porque já não se falava “em recessão e em investimento zero”. Em 2007 foi o ‘famoso’ programa promocional ‘Allgarve’ apresentado com o intuito de promover o turismo algarvio, que suscitou várias críticas no seio da política interna. No mesmo ano, o ministro, numa visita à China, apelou ao investimento chinês em Portugal, argumentando que os custos salariais são inferiores à média da União Europeia (UE) e têm uma menor pressão de aumento do que nos países do alargamento. Mais recentemente, entrou numa polémica envolvendo Paulo Rangel, cabeça-de-lista do PSD às eleições europeias, e Basílio Horta, dizendo que Paulo Rangel tinha “de comer muita papa Maizena para chegar aos calcanhares do Dr. Basílio Horta”.

Ontem foi a gota de água. Em pleno Parlamento, no calor de uma discussão com a bancada do PCP, colocou os dedos na cabeça em jeito de chifres, em jeito de provocação. O primeiro-ministro, no meio de um coro de protestos, considerou “injustificável” e pediu desculpas, e aceitou o pedido de demissão. A vida anda dura para os lados do Rato…

30 anos de ‘Walkman’ e uma comentadora!

Julho 2, 2009 - 12:14 am 6 Comments

 
O walkman fez ontem 30 anos. Na era dos Ipods e afins, a revista SÁBADO tentou perceber se os portugueses ainda são capazes de ouvir música em cassete. Reconhecem alguém?

 
PS. AGORA TENHO A PROVA!!!! Ahahahah! (ela sabe o que é…)

Assim é que é…

Julho 1, 2009 - 8:11 pm No Comments

 
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Dia da Região Autónoma da Madeira

Julho 1, 2009 - 5:27 am No Comments

 
(Foto: Gorka Aranzabal)

O 1 de Julho marca o dia da Região Autónoma da Madeira. Hoje celebra-se a Autonomia do arquipélago, consagrada pela Constituição da República Portuguesa de 1976, após uma ‘luta’ de várias dezenas de anos.

Pobres, feios mas… alegres!

Junho 30, 2009 - 12:02 am No Comments

 

Um estudo do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa), hoje divulgado, vem confirmar alguns dados já conhecidos – os que se relacionam com níveis de desigualdades sociais ou taxas de pobreza, por exemplo – e outros novos – algumas dimensões da privação alargam-se a outros grupos que não estariam nos 20 por cento de pobres.

Cerca de um terço da população vive um contexto de precariedade e está preocupado com a sua sobrevivência, como mostram os resultados. A impossibilidade de pagar uma semana de férias fora, manter a casa aquecida (32,6 por cento não o conseguem) ou não usufruir da baixa médica total por razões económicas ultrapassam em muito os 20 por cento de pobres. O índice resultante do inquérito diz que 35 por cento dos portugueses têm uma privação alta ou média. Mais de metade (57 por cento) tem um orçamento familiar abaixo dos 900 euros.

Ao universo dos mais vulneráveis – idosos, as famílias monoparentais, os menos instruídos – juntam-se os mais jovens e uma percentagem de gente com qualificações superiores, mercê do emprego precário ou desemprego.

A maioria está insatisfeita com a falta de perspectivas e as condições de trabalho – 30,6 por cento desejaria mesmo mudar de emprego. Mas, entre estes últimos, 37,5 por cento confessa que não faz nada para que isso se concretize. Do mesmo modo, 63 por cento recusa a possibilidade de emigrar. O mesmo se verifica ainda em relação às habilitações: só uma minoria deseja voltar a estudar; muitos acham que já não têm idade (51 por cento) ou que não têm tempo (25 por cento).

O estudo demonstra que somos uma sociedade pouco motivada para mudanças pessoais e colectivas. Factor aduzido também pelos elevados níveis de desconfiança em relação aos outros (4,5 em 10; só os mais instruídos atingem os 5,2) e às instituições – governamentais, nomeadamente, que merecem pouca ou nenhuma confiança em 70 por cento dos casos.

É de julgar pelas respostas dadas que este é um país miserável para viver. Mas não! Segundo este estudo o grau de satisfação é de 6,6 (numa escala de 1 a 10). E o grau de felicidade, segundo a mesma escala, chega aos 7,3.

Eis o país do fado, da sina e do destino de sofrimento, em todo o seu esplendor. ‘Cadê’ os aventurosos marinheiros que levaram Portugal aos sete cantos do mundo? Isto faz-me lembrar aquela conversa dos ‘velhinhos’, antes pobre que mal agradecido, à escala do país…

Web 3.0

Junho 29, 2009 - 11:07 pm No Comments

 
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No começo era a Internet de primeira geração, dos motores de busca simplistas e dos emails, conceitos já de si revolucionários para quem toda a vida esteve dependente de bibliotecas, correios e telefones. Depois tudo mudou. A World Wide Web popularizou-se mundialmente e evoluiu num nanossegundo da História, comparativamente com o tempo de penetração da maioria dos outros inventos humanos até à data. Transformou-se na Web 2.0, a da computação social, dos “chats” em tempo real e das redes de amizade como o Facebook e o Twitter, do cruzamento de informações, da comunicação e da colaboração, das contribuições para a Wikipédia e dos mundos virtuais.

A terceira fase já está aí à porta. É a Web 3.0, o passo seguinte da evolução tecnológica num mundo em que as máquinas se aproximam cada vez mais do universo da inteligência artificial. Agora pretende-se que a rede organize e faça um uso ainda mais inteligente do conhecimento já disponibilizado online. A Web 3.0 serve-se de software que vai aprendendo com o conteúdo que apanha na Internet, que analisa a popularidade desse conteúdo e chega a conclusões. Em vez de ter as pessoas a refinar os termos da pesquisa, a Web 3.0 será capaz de o fazer sozinha.

Para percebermos melhor a diferença entre a Web 2.0 e a Web 3.0 basta pensar neste exemplo: trata-se da diferença entre ter alguém a dizer-me exactamente onde é que eu posso ir jantar hoje à noite (sabendo à partida qual é a minha localização geográfica, qual a hora que me é mais conveniente e quais as minhas preferências gastronómicas) e ter alguém que se limite a elencar todos os restaurantes nos quais poderei jantar, desconhecendo que alguns desses restaurantes estarão fechados ou onde poderão servir comida que a mim, em particular, não me agrada.

É isto que faz a Web 3.0: estreita a pesquisa e tenta dar ao o utilizador o que este realmente quer. E aqui poderá bater a polémica desta ferramenta, que ajuda a anular a casualidade. É o futuro, já bem presente.

Bárbaros!

Junho 28, 2009 - 3:14 am 2 Comments

 
(Foto: João Henriques/Público)

Um jogo de futebol foi hoje interrompido por actos de violência que ocorreram fora das quatro linhas. Para agravar a situação, ocorreram num jogo que oponha jovens atletas, com pais e crianças nas bancadas. Escusado será dizer que os distúrbios foram causados por elementos afectos a ambas claques, que, no fundo, só existem para fins de provocação de caos e violência. Aquilo que seria um evento para a família, para a promoção do desporto e da saúde física, transformou-se no mais básico que o ser humano tem para oferecer – violência.

Os únicos prejudicados são os jovens atletas, os espectadores e, claro, o desporto em si, manchado por gente que não merece o ar que respira. E estes foram felizes para casa, para o hospital ou para a esquadra, com o sentido de dever cumprido.

Lago Titicaca, Peru

Junho 28, 2009 - 2:56 am No Comments

 
(Foto: Mariana Bazo/Reuters)

Na foto vemos alguns peruanos das Ilhas Uros perto das suas casas de junco no lago de Titicaca. As Ilhas Uros são compostas por um grupo de 70 casas de junto que flutuam na água daquele que é o mais alto lago navegável do mundo, 4000 mil metros acima do nível do mar. O Lago Titicaca, na fronteira do Peru com a Bolívia, está no topo da segunda fase da votação online para as “7 Novas Maravilhas da Natureza”.

Habemus datasus!

Junho 28, 2009 - 2:37 am No Comments

 

Já temos datas. Dia 27 de Setembro para as eleições legislativas e dia 11 de Outubro para as eleições autárquicas. Serão meses interessantes de campanha e praticamente três semanas de burburinho para a votação. Vai ser interessante.

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