7 January, 2009, 20:16:15

Luís Miguel

"A VIDA É UMA PEÇA DE TEATRO QUE NÃO PERMITE ENSAIOS. POR ISSO, CANTE, CHORE, DANCE, RIA E VIVA INTENSAMENTE ANTES QUE A CORTINA SE FECHE E A PEÇA TERMINE SEM APLAUSOS." - Charlie Chaplin

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Narnia, a terra mágica

Dezembro 12th, 2005 by Luis Miguel

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa: As Crónicas de Nárnia
Título original: The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe
De: Andrew Adamson
Com: Georgie Henley, William Moseley, Skandar Keynes, Anna Popplewell, Tilda Swinton, James McAvoy, Jim Broadbent e Liam Nielson

Baseado na aventura intemporal de C. S. Lewis, o filme decorre na Inglaterra da II Grande Guerra e conta a história de quatro irmãos, Lucy, Edmund, Susan e Peter, que entram no mundo de Nárnia quando estão a brincar às escondidas na casa de um misterioso professor. Aí, descobrem um incrível mundo habitado por criaturas falantes, anões, faunos, centauros e gigantes, amaldiçoados e condenados ao Inverno eterno pela Feiticeira Branca, Jadis. Guiados por um soberano, nobre e místico, o magnifico Leão Aslan, os jovens vão combater o poder que Jadis tem sobre o mundo de Nárnia.

Comentário: Fantástica fábula de encantar. Um mundo perdido em Narnia, de criaturas mágicas, animais que falam, um inverno eterno, a eterna luta entre o Bem e o Mal. Andrew Adamson, depois de Shrek, estreia-se na realização com “carne e osso”, logo com uma super-mega produção, ao estilo do “Senhor dos Anéis”. Alias, a comparação com a famosa trilogia de Peter Jackson é inevitável, até pelo facto de que os seus autores, CS Lewis e JRR Tolkien, além de contemporâneos, eram amigos chegados. Mas as semelhanças por aí ficam. Na obra de CS Lewis, há um forte cunho religioso-cristão bem expresso e implícito ao longo de toda a história, que ganha a sua força na defesa dos laços de família, e na salvação através do perdão, tudo num ambiente mais de acordo com “Alice no País das Maravilhas”, do que com o caminho mais negro e nostálgico da alma da obra de Tolkien. Adamson, apesar da sua ainda curta experiência, assumiu o enorme risco que é o de adaptar uma obra literária de culto ao grande ecrã. E, na minha humilde opinião, creio que foi claramente uma aposta ganha da Disney.
Nota: 7/10

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