11 de Setembro
Luis Miguel
Morreram nesse dia quase 3 mil pessoas. A maioria queimada, esmagada e soterrada nos escombros das torres. Morreram bancários, advogados, polícias, bombeiros, financeiros, empregados de limpeza, seguranças, cozinheiros, turistas, homens, mulheres, crianças, idosos, eventualmente algum animal de estimação, também.
O movimento terrorista ultra-islâmico al-Qaeda, na figura de Osama bin Laden, foi responsabilizado pelo planeamento e execução dos ataques, de um precisão militar invejável. Desde então é considerado o inimigo n.º 1 do mundo, e é a representação humana, sempre que se houve a palavra terrorismo.
Mas será mesmo assim? Desde 2001 e após as explicações fornecidas pelas autoridades norte-americanas que tenho dúvidas. Pela complexidade e simplicidade da questão. Pelas fatídicas colisões contra as estruturas em questão, pela especulação em torno do seu planeamento, em especial relacionadas com a possibilidade de haver mais sequestradores.
Para responder a todas as dúvidas criou-se uma comissão cuja responsabilidade era analisar e apresentar respostas. No entanto, até agora esta Comissão do 11 de Setembro ainda não conseguiu explicar de forma racional e coerente os inúmeros fenômenos que rondam esses eventos, mesmo sabendo que existe muita informação disponível na internet, apoiada por milhares de peritos, que põem em litígio as versões oficiais do 11 de Setembro.
Um dos problemas por explicar continua a ser o buraco feito no Pentágono pelo Boeing 767. Esse buraco, mede cerca de 5 a 6 metros de comprimento e é completamente redondo, sendo que não constam no seu perímetro a existência das asas do avião, cada uma com cerca de 25 metros de envergadura. E onde andam as peças do avião? Partes da fuselagem? Partes dos motores, de películas de aço e titânio? É difícil acreditar que o avião tenha ficado reduzido a cinzas, quando a experiência mostra o contrário. Mais, várias testemunhas afiançam que ouviram ou viram duas explosões e em momento algum viram qualquer avião a embater contra a parede do Pentágono.
O quarto avião sequestrado, o voo 93, foi intencionalmente derrubado num campo próximo a Shanksville, Pensilvânia, alegadamente após os passageiros terem enfrentado os terroristas, isto segundo as fontes oficiais. O mais curioso é que nenhum corpo, ou partes de corpos, foram encontrados no local. Existem igualmente relatos das torres de controlo, bem como de documentos de vôo, e ainda de algumas testemunhas oculares, que o United 93, após levantar do Newark Liberty International Airport, rumo a São Francisco, fez uma aterragem não planeada - onde supostamente terá evacuado os passageiros - antes de levantar outra vez para o seu fatídico destino.
Também existe muita especulação sobre as causas do efeito de implosão, observado nos desabamentos das Torres Gêmeas do WTC. Embora sem precedentes na história, a razão de tal queda tão sincronizada acontecer é um mistério para a ciência, e vem sendo debatida por arquitectos, engenheiros de estruturas e por agências governamentais. A versão oficial aponta as razões para o desabamento, para os cerca de 91 metros cúbicos (24.000 galões) de querosene líquidos “praticamente injectados dentro das torres”, que somado ao design do WTC e às zonas de baixa pressão localizadas nas aberturas “as janelas panorâmicas dos andares superiores por onde os destroços da aeronave abriram fendas”, deram inicio ao efeito chaminé acelerado - tal efeito acontece quando a convecção de gases numa chaminé é apressado pelo calor de chamas em seu interior. O calor produzido nesses ciclos promove uma reação semelhante ao jacto de um maçarico. Essa pois foi a causa da falência localizada na estrutura do WTC e que deu início aquilo que se assemelhou a uma implosão programada.
Esta é a versão oficial. O grande problema que se coloca é conseguir provar o que está acima descrito, dado que tal facto tem sido descrito como “fisicamente impossível”.
Francamente, junto-me aos teóricos da conspiração. Toda esta calamidade está muito mal contada. Há demasiados buracos, demasiadas explicações sem qualquer sentido. E não estou sozinho. No quinto aniversário do ataque às Torres Gêmeas, as teorias de conspiração crescem a cada dia. Segundo uma pesquisa da Universidade Scripps Howard/Ohio, mais de um terço da população norte-americana suspeita que as autoridades dos Estados Unidos cooperaram ou não tomaram atitudes para evitar os ataques.
Mas porquê, perguntam vocês? Porque iria o Governo dos E.U.A. atacar a sua própria população? Pensem um bocado. O que ganhou o Governo com isto? Ganhou uma guerra. Uma guerra em que agora pode ditar os seus próprios termos. Teve carta branca para invadir o Afeganistão. Teve carta semi-branca (apesar da oposição a uma invasão não sancionada pela O.N.U. - repare-se não sancionada, o que não é o mesmo que dizer que a O.N.U. não a permitia), para invadir o Iraque, sem qualquer motivo justificado. Espalhou os seus serviços de “inteligência” por áreas antes controversas: telecomunicações, bancos, finanças, e-mails, dados pessoais, dados médicos, etc. Concedeu-se um leque alargado de poderes às várias agências (C.I.A., N.S.A., etc.). Deixou de haver privacidade. E tudo com a benevolência da aterrorizada população norte-americana (e mundial), tudo com a desculpa do terrorismo mundial.
Não sei se alguma vez saberemos a verdade sobre os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001. Se houve realmente mão terrorista. Se houve conivência, ou pior, planeamento e intencionalidade do Governo norte-americano nos acontecimentos. No entanto, a realidade é apenas uma: cerca de 3000 pessoas faleceram nesse dia. E essas pessoas foram todas assassinadas. Por quem? Um dia a história o dirá…
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