Archive for Maio, 2007
Portugal aML (após Mário Lino)
Cérebros entupidos…
Frase do Ano II:
E se é para cortar o país a meio, dividir o norte e o sul, é preciso esperar pelo aeroporto? Não podem fazê-lo já? Isso não seria grave o suficiente? Os camelos que vivem na margem sul (visto aparentemente não viverem lá pessoas) não têm direito à vida e a serem protegidos?
Que raio andam a tomar os rapazes do PS?
O Deserto da Margem Sul
Frase do ano:
sobre a possibilidade de construir o novo aeroporto de Lisboa na Margem Sul
Ai Sr. Ministro…
Senhor Ladrão…
Médico reaparece 22 anos depois
Recentemente a senhora Siegfried decidiu renovar o tecto da garagem e quando os trabalhadores iniciaram o trabalho, apanharam provavelmente o choque da sua vida. Quando retiraram as telhas, descobriram um esqueleto mumificado. Siegfried B. estava escondido no telhado e junto ao corpo estava uma garrafa de “schnaps” e uma nota de suicídio.
A polícia confirmou que a esposa do falecido estava em choque depois de saber que estacionou o seu carro por debaixo do seu marido, durante duas décadas…
Mas esta história macabra não fica por aqui. Há agora muita especulação acerca da morte do bom doutor. Há suspeitas de que houve mãozinha da Polícia Secreta da Alemanha de Leste na morte de Siegfried – um conhecido activista anti-comunismo. Os seus vizinhos reportam terem visto uma limusina negra a rondar a casa do doutor por várias vezes antes do seu desaparecimento.
Informação “The Guardian” via Marco.
A Piada…
PS.i. Não sou professor.
PS.ii. Não sou funcionário público.
PS.iii. É uma piada generalista, sem qualquer alvo específico concreto ou personalizado.
PS.iv. Não tenho um superior hierárquico delator, com o cérebro ligado ao intestino delgado.
A Suástica
A suástica ou cruz gamada é um símbolo místico encontrado em muitas culturas em tempos diferentes, dos índios Hopi aos Astecas, dos Celtas aos Budistas, dos Gregos aos Hindus. Alguns autores acreditam que a suástica tem um valor especial por ser encontrada em muitas culturas sem quaisquer contactos conhecidos de umas com as outras. Também podemos observá-la noutras culturas asiáticas, europeias, africanas e indígenas americanas – na maioria das vezes como elemento decorativo ou eventualmente como símbolo religioso.
As primeiras formas similares à suástica estão conservadas em vasos cerâmicos datados de cerca de 4000 a.C., em antigas inscrições europeias (escrita “vinca”), e ainda como parte da escrita encontrada na região do Indo, por volta de 3000 a.C., tendo esta última sido adoptada como símbolo pelas religiões posteriores (hinduísmo, budismo). Vasos encontrados em Sintashta, datados de cerca de 2000 a.C. também foram decorados com o símbolo suástico. Símbolos semelhantes foram encontrados em objectos remanescentes das Idades do Bronze e do Ferro no norte do Cáucaso e no Azerbaijão, oriundos das culturas dos “cítios” e “sarmácios”. Em todas as demais culturas, com a excepção daquelas do sul asiático, a suástica não parece apresentar alguma significação relevante, mas surge como uma forma no meio de uma série de símbolos similares em complexas variações.
A própria grafia da suástica tem variado conforme a sua adopção por cada cultura. Por exemplo são conhecidos vários desenhos de suásticas que usam figuras com três linhas. A adoptada pelo regime nazi tem os braços inclinados para a esquerda e toda a figura roda de modo a um desses braços ficar no topo. Outras nem sequer têm braços e consistem mais em cruzes com linhas curvas. Os símbolos Islâmicos e Malteses parecem mais hélices do que suásticas. A chamada suástica celta dificilmente se assemelha a uma. As suásticas Budistas e Hopi parecem reflexos no espelho do símbolo Nazi. Na China é um símbolo da orientação quádrupla que segue os pontos cardeais e que desde 700 d.C. tem significado o número dez mil. No Japão, a suástica (manji) é usada para representar templos e santuários em mapas.
Curiosamente foi a suástica usada como símbolo do Budismo e que significa “bons ventos”, que foi utilizada por Adolf Hitler, devido à sua aparência como uma engrenagem, supostamente para simbolizar sua intenção de uma Revolução Industrial na Alemanha. embora este facto não tenha sido comprovado.
Mais provável é a explicação de que o uso da suástica tenha sido associado pelos teóricos nazis à teoria da descendência cultural ariana dos alemães. Reproduzindo os passos da invasão ariana da Índia, reivindicavam os nazis que os primeiros arianos naquele país introduziram o símbolo, que foi incorporado nas tradições védicas, sendo a suástica o símbolo protótipo dos invasores brancos. Também acreditavam que o sistema de castas hindu tinha sido um meio criado para se evitar a mistura racial.
O conceito de pureza racial, adoptado como central na ideologia Nazi, não utilizou nenhum dos métodos modernamente aceites como científicos. Para Alfred Rosenberg, que procurou emprestar cientificidade às ideias de Hitler, os arianos hindus eram, ao mesmo tempo, um modelo a ser copiado e uma advertência para dos perigos da “confusão” espiritual e racial que, dizia, ocorrera pela proximidade das raças distintas. Com isto, justificou a utilização da suástica como um símbolo da raça ariana. Assim, com o apoio de vários escritores apologistas da ideologia nazi, Hitler adoptou a suástica e fez acreditar que este era um símbolo exclusivamente ariano.
A mensagem passou porque, mesmo considerando que o regime nazi foi deposto há mais de 60 anos, em muitos países do mundo, a utilização deste símbolo para fins que sirvam “causas (neo)nazis” é crime punível pela lei.
« Zodiac », no regresso de Fincher

Zodiac
Título original: Zodiac
De: David Fincher
Com: Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo, Robert Downey Jr.
Género: Dra, Thr
Classificacao: M/12
Estúdios: Paramount Pictures, Warner Bros.
EUA, 2007, Cores, 158 min.
Comentário: Era aguardado o regresso de David Fincher, um dos meus realizadores preferidos. A história de um dos mais misteriosos “serial killers” do mundo, o Zodiac, era chamariz suficiente. E em momento algum desilude. “Zodiac” é uma excelente construção da obsessiva busca por um assassino, uma busca que ao mesmo tempo, torna-se inútil e auto-destrutiva. Fincher afasta-se do estilismo de “Se7en” e “Clube de Combate”, e trás-nos uma cidade crua e agressiva, que reconstitui durante três décadas, o tempo que dura a obsessão pelo “Zodiac”.
Nota: 7/10
Acabou a 1ª temporada de "HEROES"
Tendo ficado algumas importantes questões em aberto, aguardo com entusiasmo a estreia da nova temporada, prevista para o verão deste ano!














