Viagem ao Egipto
Salam-Alaikum a todos! Eis-me de regresso à terra de todos nós, depois de uma visita ao país dos grandes Faraós, o Egipto. Diga-se desde já que recomendo, sobretudo para quem gosta de história viva. Mas nem tudo são rosas…
Para começar o Cairo. É a maior cidade de África e entende-se porquê. É a casa de 20 milhões de pessoas, isto sem contar com os turistas e a população flutuante. E acreditem… 20 milhões é mesmo muita gente! A primeira sensação de que estamos num país que não é o nosso é a língua, evidentemente. Aquele "ramalé-ramalé" deixa qualquer um encostado a um canto… é que não se percebe mesmo nada! Depois a polícia! E os controlos! É verificação da bagagem, do passaporte, do visto, da bagagem, dos guias, do autocarro, da bagagem, da contagem de passageiros, das barreiras na estrada, da bagagem… enfim! É mesmo caso para perguntar se estão com medo de terroristas! A parte mais gira no meio disto tudo é que eu entrei para as várias viagens de avião com água, sumos, sandes, maçãs, talheres, etc… de facto, não deixa de ser engraçado.
Depois é o trânsito! Se é que se pode chamar de trânsito. São milhares de carros que se fazem à estrada, com mão na buzina e fé em Alá! No Cairo vemos Mercedes topo de gama ao lado de Ladas russos. Autocarros a cruzar com carroças puxadas por burros ou cavalos. Carrinhas que transportam passageiros que param – literalmente – em qualquer lado. Táxis pretos, velhos, absolutamente manhosos que transportam tudo o que se mexa e não só! Gente com cinto e sem cinto. Carros a abarrotar de gente. Numa só vez contei 15 fulanos a saírem de uma carrinha de 9 lugares. O primeiro era polícia. Carros a circular com faróis acessos, no máximo, no mínimo, sem faróis, de porta aberta, sem porta! É verdadeiramente um mundo à parte!
Há três Cairos. Um Cairo empresarial, de grandes pontes, edifícios altos e modernos, palacetes e hotéis de luxo. Um Cairo militar. São bases, quartéis, academias, postos, com polícias e militares por todo o lado. E o outro Cairo, o dos comuns. Aqui percebe-se logo a diferença e o apego às tradições. Edifícios iguais por todo o lado, castanhos ou tijolo, as casas inacabadas que vão subindo de geração em geração, os mercados, as lojas, tascas e barracas espalhadas pela cidade. A sujidade é cartão de visita. A cidade dos mortos. Casas feitas em terrenos onde se enterraram os mortos, por serem mais baratas. A inevitável parabólica, presença obrigatória em qualquer lar que se preze. Como aglutinador a religião. As inevitáveis mesquitas que à hora marcada lançam a sua oração pela cidade são uma presença incontornável. Afinal são 78 milhões de muçulmanos contra 11 milhões de coptas.
Que interessa ver do Cairo? As pirâmides é claro. Se a Esfinge nos deixa algo desapontados (é bem mais pequena do que imaginamos), Queops, Quéfren e Miquerinos fazem jus à sua fama. Mais de quatro mil anos depois da sua construção, são obras absolutamente impressionantes. Pelo tamanho, pela tonelagem, pela precisão. O nosso hotel ficava em Giza, pelo que, nos 3 dias que estivemos no Cairo, passávamos sempre pelas pirâmides e, era impossível não nos deslumbrámos com elas. Vale a pena igualmente o Museu Egípcio. E vão ver as múmias! A sensação de estar a olhar para um corpo preservado (com cabelo, unhas, dentes), de uma pessoa, um faraó que há três milénios andou e governou aquelas terras é indescritível. Deixa-nos completamente desarmados e a pensar na relatividade das coisas.
O Cairo ainda tem outras coisas para oferecer para além das bugigangas normais. O mercado que nós fomos, o Khan el Khalili, é um dos mais originais mercados orientais, com uma história que remonta ao século XIV. Possui grande número de tendas com exposições de artigos em ouro, prata, madeira, marfim e cobre, peles, vestidos bordados e especiarias. Mais o mais espantoso é o grande nível arquitectónico dos edifícios que o norteiam e que converteram este local num verdadeiro museu islâmico. Como apêndice têm os insistentes "espanhol, português?" e "dos por dos eros". A Cidadela de Saladino, construída em 1183, e que alberga a Mesquita de Mohammed Ali, erigida em estilo turco sobre a colina norte da cidadela no ano de 1830, merecem uma visita. Nada como espreitar também o Bairro Copta, e ver a Igreja Suspensa, construída sobre as ruínas de uma fortaleza da Babilónia romana, a Igreja de São Sérgio, cuja origem remonta ao século IV e que, alegadamente foi erigida sobre a cripta onde se refugiara a Sagrada Família aquando da fuga para o Egipto. É sobretudo ainda mais divertido percorrer as ruas do bairro em hora de oração… muçulmana. Hilariante. E não se esqueçam, se conseguirem, vão a Memphis e Sakkara.
Ah… e preparem-se para ouvir: "Português? Cristiano Ronaldo! Manuel José!"… futebol é universal.
Mas é fora do Cairo que as coisas começam a aquecer. Em todos os sentidos. Sobretudo na temperatura. O destino foi Luxor. A Luxor moderna cresceu a partir das ruínas de Tebas, antiga capital do Império Novo (1550-1069 a.C.) e situa-se a 670 km ao sul do Cairo. A sua riqueza, tanto arquitectónica como cultural, fazem dela a cidade mais monumental das que albergam vestígios da antiga civilização egípcia. O Nilo separa Luxor em duas partes: a margem oriental, outrora consagrada aos vivos, onde encontramos os vestígios dos mais importantes templos consagrados aos deuses da mitologia egípcia, e a margem ocidental, consagrada aos mortos, onde se localizam algumas das mais importantes necrópoles do antigo Egipto, segundas em importância relativamente às existentes no planalto de Gizé, no Cairo, e onde foram feitos alguns dos achados arqueológicos mais significativos da antiga civilização, designadamente o túmulo de Tutankhamon, descoberto em 1922 pelo célebre arqueólogo e egiptólogo inglês Howard Carter.
Luxor oferece-nos muito. Na margem Oriental temos o Templo de Karnak. É de longe o maior dos templos do antigo Egipto cujos vestígios chegaram até nós. Foi dedicado à tríade tebana divina de Amon, Mut e Khonshu, e foi sucessivamente aumentado pelos diversos faraós, tendo levado mais de mil anos a construir. É no fundo uma mescla de vários templos fundidos num só. O seu grande destaque é a Grande Sala Hipostila, cujo tecto era suportado por 134 enormes colunas, ainda actualmente existentes, e consideradas como sendo as maiores do mundo. E acreditem: são enormes!! Ao lado está o Templo de Luxor, iniciado na época de Amenhotep III e só acabado no período muçulmano. Não tivemos tempo para visitá-lo o que foi pena, pois é o único monumento do mundo que contém em si mesmo documentos das épocas faraónica, greco-romana, copta e islâmica, com nichos e frescos coptas e até uma Mesquita (Abu al-Haggag). Vale a pena.
Do lado Ocidental de Luxor encontra-se o enorme Vale dos Reis. Transformado em principal necrópole real do Império Novo do antigo Egipto, possui 62 túmulos dos faraós desse período e também os túmulos dos faraós Tutankamon, Ramsés IX, Seti I, Ramsés VI e o de Horemheb. Os túmulos aí existentes designam-se pelas siglas KV (significando Kings Valley, em português vale dos reis) seguidas de um número, sendo este atribuído consoante a ordem cronológica da descoberta de cada túmulo. No total existem 62 túmulos, sendo o mais importante precisamente o número 62, o do Faraó Tutankhamon, mais pelo espólio do achado do que porventura a importância do faraó. Após uma paragem junto aos Colossos de Mémnon, chegamos ao vale pelas 8 da manhã e o termómetro já apontava 36ºC. A paisagem é rochosa, dura e seca. O clima é absolutamente árido. Notando que a maior parte dos túmulos está interdita ao público, visitamos os túmulos de Ramses I, IV e VIII, cada um diferente em si, cada um com a sua história. Só Deus sabe quem mais estará por ali, ainda por descobrir. Os trabalhos dos arqueológicos continuam.
Já agora, a pouco menos de 1 km está o Vale das Rainhas, que não fomos, mas onde se destacam os túmulos do Príncipe Amenkhepchef, da Raínha Ti e o da Raínha Nefertari, esposa do Faraó Ramses II.
Em compensação visitamos o Templo mortuário da Rainha Hatshepshut. Esta Raínha da 18ª Dinastia governou como um autêntico faraó, sendo assim considerada a 1ª mulher chefe do Governo na História. O estilo arquitectónico é único, e foi projectado e construído por Senenmut, o arquitecto da Rainha. Este templo constitui uma visão impressionante, tendo sido talhado parcialmente na rocha, e a visão do mesmo funde-se na grandeza da encosta calcária que lhe serve de apoio. O templo foi posteriormente "alterado" por Ramses II e pelos seus sucessores, e mais tarde os cristãos transformaram-no num mosteiro (daí o nome Deir al-Bahri, que significa "Mosteiro do Norte"). Próximo ao templo principal situam-se as ruínas do Templo de Montuhotep II, Faraó da 11ª Dinastia que unificou o Egipto, e o Templo de Tutmósis III, sucessor da Rainha Hatshepsut.
Em Luxor embarcamos no Sonesta Nile Goddess, que iria ser a nossa casa pelos próximos 4 dias. O primeiro destino era Edfu. Mas até lá importava um dia inteiro de navegação. Isto significava descanso. Sol e piscina. Era refrescante, ao fim de 3 dias a comer pó antigo. Pelo meio uma passagem muito interessante, durante a noite, na Comporta de Esna, uma espécie de elevador de barcos. Mais impressionante ainda que a comporta foram as dezenas de aventureiros em barquinhos a remos, que vieram rodear o nosso barco, para nos venderem coisas!! Isto só visto. Contado ninguém acredita. Acabamos por comprar duas túnicas. Foi, de longe, a compra mais estranha que alguma vez fiz na vida.
Entretanto chegamos a Edfu. Edfu é uma cidade pequena situada na ribeira ocidental do Rio Nilo, a 90 km de Luxor. Tem cerca de 50.000 habitantes. E é lá que encontramos o Templo de Hórus (e não, não foi o inventor do horóscopo… eu perguntei!). É, sem dúvida, um dos mais conservados e belos templos em todo o Egipto. É um templo construído de pedra arenosa que possui cenas e inscrições em relevos, dedicado a tríade da cidade Horus de Pehdet, Hathor, e Hor Sama-twai, pãe, esposa e filho consecutivamente. Além dos elementos tradicionais, o templo de Hórus possui outros elementos arquitectónicos que surgiram apenas na Època Greco-romana como o Mamisi (casa do nascimento divino de Hórus), a cripta, e o nilómetro (para medir a o nível das águas do rio). O bónus da visita foi o passeio de charrete com o Michael Schumacher lá do sítio.
O próximo porto foi o de Kom Ombo. A cidade não vi até porque já chegamos de noite. Nem sequer sei se tem cidade. Mercado tem. Vendedores também. Ou não estivéssemos no Egipto. Kom Ombo é famoso pelo seu templo à beira porto. O Templo de Kom Ombo foi construído há mais de dois mil anos, durante a dinastia ptolemaica. É o único templo duplo egípcio, assim chamado por ser dedicado a duas divindades: um lado do templo é dedicado ao deus crocodilo Sobek, deus da fertilidade e criador do mundo; o outro lado é dedicado ao deus falcão Horus – o mesmo do templo de Edfu. O seu desgaste é evidente se compararmos com o de Edfu. Ao longo dos anos sofreu a acção das inundações do rio Nilo, de terremotos e da retirada de pedras e objectos arquitectónicos para outras obras. O que é pena, pois é um templo muito bonito também.
Finalmente chegamos ao fim do cruzeiro e a Assuão. Mas já falo de Assuão. O destino à saído do barco era uma viagem de 2 horas e meia até Abu Simbel, património da humanidade. Primeira nota de grande relevo: temperatura a rondar os 45ºC. Acreditem… é QUENTE!!!
Abu Simbel é um complexo arqueológico constituído por dois grandes templos escavados na rocha, no banco ocidental do rio Nilo perto da fronteira com o Sudão, a cerca de 300 quilómetros da cidade de Assuão. No entanto, este não é o seu local de construção original. Devido à construção da Barragem do Assuão, e do consequente aumento do caudal do rio Nilo, o complexo foi transladado do seu local original durante a década de 1960, com a ajuda da UNESCO, a fim de ser salvo de ficar submerso. O que, depois de ver "in loco" os templos", nem consigo imaginar a gigantesca obra efectuada. É dos mais brilhantes feitos da humanidade, digam o que quiserem!
Os templos em si foram mandados construir pelo faraó Ramsés II em homenagem a si próprio e à sua esposa preferida Nefertari, a "mais bela entre as belas". O primeiro tem logo à entrada 4 enormes estátuas de Ramses II e o seu interior é tão rico como o exterior. O segundo templo, dedicado a Nefertari, é igualmente de cortar a respiração. O grande templo de Abu Simbel é um dos mais bem conservados de todo o Egipto. Uma obra única, logo ali, à margem do Lago Nasser.
O regresso a Assuão foi muito menos penoso. 45 minutos de avião. Assim é que é. Assuão é uma cidade do sul do Egipto, a 950 quilómetros do Cairo. O nome da cidade significa "mercado". E como mercado que se preze, há muito para ver. Desde o Museu de Núbia, que possui 300 peças representando diferentes épocas: pré-histórica, faraónica ptolomaica, copta e islâmica; o Jardim Botânico, com plantas exóticas provenientes de todo o mundo; a Ilha Elefantina, que separa o Nilo em dois canais em frente a Assuão, e possui para além do mais, ruínas dos templos de Jnum, de Sadet e do seu filho Anukis; o Mausoléu do Aga Khan, um túmulo fatimita; o Mosteiro de São Simão, etc. Nós fomos ver o Templo de Philae.
Philae é uma ilha egípcia no rio Nilo, conhecida também com o nome de Pilak ou P’aaleq (em egípcio: "lugar remoto", "fim", ou ainda "ilha em ângulo") localizada perto da primeira catarata, a cerca de sete quilómetros de Assuão. Antigamente encontrava-se nesta ilha, um complexo de templos que com a construção da barragem do Assuão acabavam por ficar submersos durante a maior parte do ano. Por esta razão o conhecido Templo de Ísis foi desmontado e reconstruído na ilha vizinha de Agilkia, a cerca de 300 metros. O Templo de Ísis foi um dos que eu mais gostei. Primeiro porque deu-me excelentes fotos. Depois é bonito. É aberto, com grandes pavilhões, sempre com vista para o mar. E o facto de se chegar lá de barco dá-lhe outro encanto.
Por fim, uma das partes mais divertidas e bonitas desta nossa viagem ao Egipto. A visita à aldeia núbia. Perguntam vocês, mas o que são os núbios? E perguntam bem. A Núbia é a região situada no vale do rio Nilo que actualmente é partilhada pelo Egipto e pelo Sudão mas onde, na antiguidade se desenvolveu o que se pensa ser a mais antiga civilização negra de África (baseada na civilização anterior do Baixo Egito, que deu origem ao reino de Kush, que existiu entre o 3º milénio antes de Cristo e o século IV da nossa era). Este reino foi então dominado pelo reino de Axum e aparentemente, os núbios formaram novos pequenos estados fora da região ocupada. Um deles, Makuria tornou-se preponderante na região, assinando um pacto com o Egipto islâmico para conservar a sua religião cristã (copta), que conservou até ao século XIV, quando foi finalmente submetida aos árabes dominantes, mais precisamente dominada pelos Turcos Mamelucos por volta de 1315. Eles impuseram a religião muçulmana e colocaram no poder um príncipe Núbio convertido ao Islão. No entanto, a parte sul conservou-se independente, como o reino de Sennar, até ao século XIX, quando o Reino Unido ocupou a região. Com a independência dos actuais estados africanos, os núbios ficaram divididos entre o Egipto e o Sudão.
De facto, os Núbios são bastante diferente dos Egípcios. Para começar são bem mais escuros. Literalmente. Mas são bem mais simpáticos, afáveis e divertidos. Têm hábitos diferentes e língua também, embora falem arábico. As suas casas são coloridas e vivas. E têm crocodilos em casa. E parabólicas. As crianças são lindas e vivem num pequeno paraíso à beira Nilo. E também conhecem o Cristiano Ronaldo. E têm um professor excelente. Imaginem que fomos presenteados com uma aula de arábico. Aprendemos os algarismos e as letras do alfabeto. Mas acho que já me esqueci de quase todas!
E o passeio por aqueles canais. Maravilhoso. Inesquecível. Como toda a viagem.
Deixo-vos com algumas das fotos que tirei do Egipto. Espero que gostem. E se quiserem lá ir, recomendo. Vale a pena.
Para ver as fotos é só clicar aqui.










Abril 23rd, 2009 at 12:49
Hoje, Assembleia do Marítimo:
Parece que se vai decidir entre um estádio de baixo perfil, com 10 mil lugares cobertos e dispostos a toda a volta do campo. Um projecto definido pelo Marítimo, como objecto do concurso, com capacidade comercial (20 mil metros quadrados para além da parte desportiva) e que custa 600 Euros por metro quadrado.
As propostas são várias (variantes ao projecto base). Algumas com custos de 600 Euros/m2. Maximizando o investimento feito. Recebe-se o que se paga. Mantendo o que o Marítimo quer (ambiente desportivo, com bancadas junto ao campo e grande possibilidade de animação à inglesa atrás das balizas – as claques vão adorar), as variantes constroem mais ou menos (adiam a construção dos espaços comerciais não os comprometendo) a custos de marcado compatibilizando-se com o apoio do governo e abrindo os espaços comerciais a interessados, agora ou no futuro.
E outro, igual ao do Nacional, aberto nas laterais, sem o ambiente desportivo que se pretende, com bancadas altas, sem capacidade comercial (a menos do bar dos amendoins) e que custa 1000 euros por metro quadrado.
Esta proposta (da AFA) ajusta-se ao apoio do Governo mas constrói pouco e caro. E é um projecto alternativo (o que não era permitido no concurso) pelo que até se estranha ainda estar em jogo…
É a proposta favorita de Rui Alves, pois assegura ao Marítimo, uma solução idêntica à que tem na Choupana: um “elefante branco” dependente de subsídios.
O Governo regional já definiu o apoio e libertou o Marítimo no que se refere à componente extra-desportiva (a construir agora ou no futuro a expensas próprias – dos investidores interessados). Esperemos que não escolham a proposta do Nacional que paga-se caro e que pouco mais garante que o tal bar dos amendoins…
Abril 23rd, 2009 at 14:28
5*
Abril 23rd, 2009 at 16:25
Porque que insistem em fazer comentários nos locais errados. Este post não fala do Marítimo. Falem do Marítimo no post correcto.
Abril 24th, 2009 at 23:35
Fiquei cansada só de ler o relato…:P é um dos meus destinos de sonho, mas ainda não tive oportunidade de lá ir…
Julho 1st, 2009 at 17:35
Egipto é um daqueles destinos obrigatorios, ou não fosse um país tão importante na história da civilização.
Ando a pensar lá ir, mas acho que vou escolher uma época de Inverno, pois segundo percebi, nessa altura as temperaturas deve ser menos… hum… sufocantes. Como é que vocês tiveram energia para visitar tanta coisa, com mais de 40ºC?
Já agora queria perguntar-te se o percurso que fizeste foi por vossa iniciativa ou se foram por agência de viagens.
É seguro ir um casal sozinho?
Teria muitas outras duvidas, mas não quero que o comentário fique demasiado extenso.
Gostei do teu blog!
Julho 1st, 2009 at 20:06
Olá Margarida. De facto, vale mesmo a pena ir ao Egipto, quer pela sua riqueza histórica (sobretudo), quer pela cultura social.
A melhor altura é mesmo ir em alturas mais “frias”. Nos fomos em Abril e lá a temperatura rondou os 25º (no Cairo) e os 46º (em Abu Simbel). Mas a temperatura média andou nos 30º e poucos. Se calhar o ideal será o mês de Fevereiro ou Março.
A viagem – apesar de levar alguns toques nossos – foi organizada através de uma agência de viagens, e é mesmo a melhor forma de ver as coisas por lá. Acredito que se faça bem sozinhos, mas o custo de deslocação, entradas nos sítios (mais as filas), para quem vai só não compensa.
Qualquer dúvida é só dizer.
Agosto 21st, 2009 at 12:30
Olá!
Também gostava muito de ir ao Egipto, posso perguntar qual foi a vossa agência?
Obrigada,
Inês
Agosto 21st, 2009 at 16:18
Olá Inês e obrigado pela visita. A agência que utilizamos foi a D-Viagens nas Laranjeiras em Lisboa. Mas o programa escolhido foi o da “Grantour”.
Boa viagem!
Outubro 7th, 2009 at 15:49
Olá eu vou agora em Outubro até ao Egipto, iremos fazer Cairo, cruzeiro no Nilo e Hurghada. As nossas dúvidas residem em saber se vale a pena levar USD ou lá é facil trocar euros. E no que diz respeito às refeições (pois no Cairo teremos sempre que fazer uma refeição por fora) o que é que aconselham?
Obrigada
Sandra
Outubro 7th, 2009 at 16:35
Olá Sandra e obrigado pela visita.
Levem só Euros. É fácil de trocar e já nem podem dólares, visto o Euro valer mais. E há muita coisa que podem comprar em euros, quer em restaurantes, no hotel, no barco ou mesmo nos monumentos. Na rua só notas, porque eles têm dificuldade em fazer o câmbio de moedas.
No que concerne às refeições, no Cairo é mais fácil. Há muitos restaurantes, incluindo McDonald’s e Pizza Hut. Nós não tivemos o problema da refeição “por fora” pois estava tudo incluído. Mas nada como precaver com umas sandes e bebidas na mochila.
Boa viagem!
Fevereiro 6th, 2010 at 14:43
Olá. vou este ano no dia 3 de abril fazer o mesmo circuito que fizeste no Egipto e pelo mesmo operador. Estou ansiosa porque sou fascinada pela civilização dos faraós. Trocas-te os € no aeroporto ou no hotel? A temperatura minima no cairo e no cruzeiro é agrdável?
Fevereiro 6th, 2010 at 15:00
Entras-te dentro de alguma pirâmide? Aonde compravas a àgua?
Fevereiro 7th, 2010 at 17:02
Olá Paula.
Respondendo às perguntas: os euros podem ser trocados facilmente no hotel. Lá há postos de câmbio para o efeito. Pelo valor do euro ficamos sempre a ganhar com a troca para a libra egípcia. Também há no aeroporto mas quem vai em grupo não tem tempo para trocar lá. Seja como for, vale sempre a pena andar com euros porque eles aceitam a moeda.
A temperatura, na altura em que fomos, andou no Cairo entre os 25 e os 30º. Já fora do Cairo, entre Luxor e Abu Simbel, apanhamos de 35º a 46º… mas vale a pena. É um calor seco que suporta-se bem.
Quanto à água, comprar só no hotel ou no barco. Eventualmente os guias poderão levar água que também se pode beber. O resto é por conta e risco do artista.
Boa viagem!
Fevereiro 18th, 2010 at 0:00
ola….mt boa noite!!!!! nao sabia que andava com o menino joao…… velhos tempos de escola:)bjx
Fevereiro 20th, 2010 at 18:45
Olá Luis. Muito obrigado pelas informações. Olha, no vale dos reis foste ao túmulo de Tutankhamon? Quanto pagas-te pela visita opcional à aldeia Núbia? Lembras-te quanto custa uma garrafa de água? Desculpa tanta pergunta. O teu report da viagem é-me muito útil, principalmente porque também foste na páscoa tal como eu vou. Também gostei imenso das vossas fotos. Sempre fui fascinada pelo mundo dos faraós. Entras-te em alguma pirâmide no planalto de gizé? Até breve.
Fevereiro 22nd, 2010 at 16:11
Olá Paula. Respondendo às perguntas:
1) No vale dos reis ao comprar o bilhete dá direito a visitar 3 túmulos. O do Tutankhamon é pago à parte, mas é visitável. Atenção levar muita água e chapéu. Nós fomos às 8h00 e já estavam 36º. Para além da enorme quantidade de pó e terra no ar.
2) Para visitar a aldeia Núbia pagamos 40 euros p/ pessoa, salvo erro. Mas vale o dinheiro. E dependendo da altura (ou do Tour) há a possibilidade de jantar numa casa núbia.
3) As garrafas de água custavam normalmente 1 euro, embora no hotel fossem, salvo erro, mais baratas.
4) Podemos entrar numa pirâmide em Gizé – a de Kheops. Por acaso não entramos até porque – e rezam as crónicas – é um túnel estreito, comprido e escuro e não se vê grande coisa porque está vazia. Não sei o valor porque nem perguntei. Igualmente é pago à parte do bilhete.
Mais dúvidas é só perguntar. Abraço.
Fevereiro 23rd, 2010 at 14:10
Olá Luis. Mais uma vez obrigado pelas tuas úteis informações. Quero fazer a visita à aldeia núbia que é feita em Assuão certo? Disseram-me que a temperatura noctuna desce consideravelmente à diurna. Faz muito frio á noite? Vou seguir o teu conselho e levar chapéu e muita água. Além dos 3 túmulos quero visitar também o de tutankhamon. Espero que o guia nos dê tempo para tal. Até breve.
Fevereiro 23rd, 2010 at 14:42
Luis, lamento imenso o que aconteceu na ilha da Madeira. Espero que tu e os teus estejam bem.
Fevereiro 24th, 2010 at 1:16
Olá Paula. Felizmente entre os “meus” nada aconteceu. Mas a cidade ficou num pandemónio. Mas aos poucos, com certeza, que tudo será recuperado, dentro do possível.
Beijinhos e obrigado pela atenção.
Fevereiro 24th, 2010 at 12:53
São coisas muito desagradáveis que acontecem. A natueza é poderosa. Ainda bem que com vocês está tudo bem. Mas tudo se vai recompor. Tenho visto pela tv e está mesmo um pandemónio. Levou tudo à frente. Beijinhos para vocês e até breve.
Fevereiro 25th, 2010 at 14:03
Olá Luis. Vocês ficaram num barco que eu gostava que fosse também para eu ficar. O hotel em que vocês ficaram também fica aonde eu gostaria de ficar em Giza. Vamos ver o que a grantur vai oferecer-me de hotel e barco. Com quanto tempo antes da viagem a grantur vos informou do hotel e barco onde vocês ficaram? Disseram-me que só uma semana antes da partida é que me informam qual o hotel e o barco. Só sei que são de 5*. Até já. Bjs
Fevereiro 25th, 2010 at 14:04
Desculpa, enviei a mensagem sem estar identificada.
Fevereiro 26th, 2010 at 11:32
Olá Paula. Sinceramente não me recordo quando é que soubemos os hoteis e barcos. Mas creio que foi na altura em que levantamos os vouchers, salvo erro, duas ou três semanas antes da viagem.
Bjs.
Fevereiro 26th, 2010 at 14:47
Olá Luis. Na agência disseram-me que provavelmente só iremos saber ao levantar a documentação. Na net estive a pesquisar sobre o barco onde vocês ficaram instalados e achei-o muito bonito. Espero que o que me calhe também o seja. Sabes que a ansiedade aperta e a curiosisdade é muita sobre onde vou ficar instalada. Em breve falaremos. Bjs
Fevereiro 26th, 2010 at 14:48
E mais uma vez enviei mensagem sem estar identificada. Sorry.
Fevereiro 26th, 2010 at 15:03
Luis, desculpa ser chata mas lembrei-me de uma coisa: além do guia ter sugerido a visita à aldeia nùbia também é ele que sugere a visita à mesquita de alabastro?
Fevereiro 27th, 2010 at 1:37
Todas as viagens extra, digamos que não estão no pacote, são sugeridas pelo guia. No nosso caso, ele apresentou-nos vários pacotes no primeiro dia, que depois escolheríamos. Nós escolhemos o “circuito religioso” (ou qualquer coisa assim do género), que englobava uma visita à Cidadela de Saladino (onde está a Mesquita), visita ao Bairro Copta, a uma cena de perfumes e almoço e não me lembro mais o quê…
… ficou a faltar Sakkara e Memphis.
Fevereiro 27th, 2010 at 11:50
Além da aldeia núbia também quero visitar a mesquita e o bairro copta que dizem ser muito bonito. Só espero que o guia nos sugira estes passeios. Lembras-te quanto pagaram por pessoa para ir a esse circuito religioso?